Armazenar na propriedade elimina custos e amplia rentabilidade.

07/01/2015

Mais uma vez o Brasil deve bater recordes de produção na safra de grãos. Projeções de consultorias e do próprio Ministério da Agricultura apontam que o período 2014/2015 chegue a 200,3 milhões de toneladas. No entanto, a armazenagem deve ser novamente um desafio aos produtores rurais. A projeção é que neste cenário, o Brasil tenha capacidade estática de armazenamento de 159,9 milhões de toneladas de grãos, o que gera um déficit de 40,47 milhões de toneladas.

Para enfrentar a situação, produtores rurais adotam o expediente de manter os grãos em casa. Uma das ferramentas mais utilizadas pelos agricultores está sendo o silo-bolsa. Além de manter o produto na propriedade, fazendo com que se consiga negociar melhores preços, elimina custos de armazenagem de grãos. Foi o caso dos irmãos Evandro e Éder Graeff que plantam três mil hectares de soja e milho safrinha no município de Sapezal, no Mato Grosso. O sistema foi aprovado pelos produtores e vem trazendo impacto positivo na redução de custos. "Pelo custo do armazém optamos pelo silo-bolsa. Estimamos que o nosso custo diminuiu até 30 centavos por saca de milho produzida", avalia Evandro.

Já José Antônio Zancanelo, que planta 1,7 mil hectares de soja no município de Uberlândia, em Minas Gerais, destaca as vantagens nas negociações com os compradores do grão. "Isso nos ajuda na negociação, vendemos quando queremos, quando o preço está bom. Se o mercado está bom conseguimos até uma média de 15% a mais", avalia. Do Maranhão, João Batista Mariano Carneiro, que planta mil hectares de milho no município de Imperatriz, explica que o sistema dá maior qualidade ao produto, o que impacta também na rentabilidade. "A vantagem é que ganhamos no frete, temos segurança e mantemos a qualidade do grão, além do custo mais acessível. Armazenar com qualidade e com menor custo já nos ajuda a fechar a conta", avalia.

Os produtores também investiram em equipamentos para dar segurança e facilidade no transporte e operação, evitando perdas no aproveitamento da safra. Uma embolsadora foi adquirida para dar praticidade no processo. A Marcher Brasil, especialista em máquinas para armazenagem móvel, inovou na criação de implementos que auxiliam o produtor rural. Esta inovação foi reconhecida no último prêmio Gerdau Melhores da Terra, com a conquista do troféu Prata na categoria Destaque - Agricultura de Escala, com a embolsadora de grãos Ingrain100. Para a diretora geral da empresa, Leticia Rechden, a distinção ainda é mais valorizada por ser resultado da avaliação direta dos usuários. "É o prêmio máximo da agricultura nacional e um reconhecimento dos nossos clientes, que experimentaram a nossa solução", observa após a conquista contra 751 equipamentos de outras empresas que também concorreram ao prêmio.

A empresa também foi premiada pela Globo Rural como uma das melhores empresas do Agronegócio, levando o primeiro lugar na categoria Ferramentas e Implementos Agrícolas.

Sobre a Marcher Brasil

Fundada há dez anos no Rio Grande do Sul e hoje com distribuição nacional, a Marcher percebeu então este déficit crescente de armazenagem no país e se dedicou a buscar alternativas eficientes e econômicas para solucionar o problema, crescendo muito neste ambiente. Com foco em armazenagem móvel, a empresa desenvolveu uma linha de produtos completa para atender a esta demanda, o que acabou por ser reconhecido pelo Prêmio Gerdau Melhores da Terra. Atualmente a Marcher é líder nacional em implementos para armazenagem em silos móveis.

Fonte: http://www.agroeffective.com.br/