A CAP investe em pesquisa e desenvolvimento, na busca por novas tecnologias de produção, objetivando crescimento de mercado e atendimento pleno as novas exigências dos consumidores.
Em parceria com o Instituto Agronômico (IAC), desde o ano 2003, a CAP participa do programa de pesquisa voltado para o melhoramento genético e desenvolvimento de cultivares de amendoim. Essa parceria objetiva dinamizar as atividades de melhoramento genético, testar ao nível de agricultor as novas cultivares obtidas, avaliar suas qualidades comerciais, multiplicar e difundir suas sementes.
Nesses 6 anos de parceria, o IAC já obteve 6 novas cultivares, todas registradas no MAPA(Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento) para produção comercial. Deste material genético, os maiores destaques são, sem dúvida, as cultivares IAC 503 e IAC 505, ambas portadoras da característica "alto oleico".
Esta característica refere-se ao maior teor de ácido oleico componente do óleo presente nos grãos. Enquanto as cultivares tradicionais possuem de 40 a 50% deste ácido, os amendoins "alto oleicos" possuem cerca de 80%. O ácido óleico é importante para a conservação do produto, dando a ele uma maior durabilidade, prolongando a sua vida de prateleira. As cultivares IAC 503 e IAC 505, além do alto teor de ácido oleico, possuem alta qualidade para o produtor. São do tipo rasteiro e mostram alta produtividade, além de maior tolerância a doenças quando comparadas aos runners tradicionais.
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